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Copenhagen Psychosocial Questionnaire (CoPsoQII-Br)

É uma ferramenta robusta e reconhecida para avaliar riscos psicossociais no trabalho, já utilizada em diversos países como base para políticas de saúde ocupacional e bem-estar.

O que é: instrumento desenvolvido na Dinamarca para avaliar riscos psicossociais relacionados ao ambiente de trabalho, validada no Brasil por Gonçalves, JS et al. (2021).

Abrangência: aplicável a qualquer perfil de instituição, cobre 7 (sete) dimensões de fatores de risco.

Por que usar: fornece uma visão sistêmica dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho e seus impactos no bem-estar dos profissionais e na organização.

Reconhecimento: adotado como referência em políticas de saúde ocupacional. A Norma Regulamentadora 1 é a norma base de segurança e saúde no trabalho.

 

Estrutura

Dimensões avaliadas:

  1. Exigências laborais (quantitativas, cognitivas, emocionais).

  2. Organização e conteúdo do trabalho (autonomia, influência, significado).

  3. Relações sociais e liderança (apoio, confiança, justiça organizacional).

  4. Valores no local de trabalho

  5. Interface trabalho-indivíduo (conflito, equilíbrio).

  6. Saúde e bem-estar (e estresse percebido).

  7. Comportamentos ofensivos.

 

Formato das perguntas: escala Likert de frequência ou intensidade (ex.: “nunca” a “sempre”).

Aplicação: autoaplicável, geralmente entre 15 e 25 minutos.

 

Propósito

Avaliar riscos psicossociais que podem levar a adoecimento mental, estresse crônico e burnout.

Subsidiar    planos    de    ação    em    saúde    ocupacional,  ergonomia organizacional e bem-estar no trabalho.

Monitorar o impacto de mudanças organizacionais na saúde dos profissionais.

Resultados esperados

Identificação de fatores de risco psicossociais predominantes (ex.: excesso de demanda, baixa autonomia, fraco apoio da liderança).

Perfil de vulnerabilidade por setor → onde há maior risco de adoecimento

mental.

Benchmarking → comparação com padrões nacionais ou internacionais. Base para intervenções organizacionais (programas de saúde mental, redesenho do trabalho, gestão de pessoas).

1. Base científica e credibilidade
 
A transformação em saúde não pode se apoiar apenas em ser só opinião, intuição ou tendências momentâneas.
As pesquisas oferecem dados objetivos que sustentam novas práticas e justificam mudanças organizacionais.
Sem evidência, iniciativas de transformação tornam-se frágeis, carecendo de legitimidade científica e técnica.

 2. Diagnóstico cultural e organizacional
 
As pesquisas permitem revelar a realidade interna das instituições - cultura do silêncio, adesão a protocolos, maturidade em qualidade e governança.
Elas ajudam a identificar barreiras invisíveis - comportamentos, percepções, resistências - que não são captdas por indicadores administrativos tradicionais.
 
 3. Influência política e advocacy
 
As pesquisas geram dados comparativos (benchmarking) capazes de mobilizar reguladores, gestores públicos e a sociedade civil.
Ao deslocar o debate do campo da “opinião” para o da “responsabilidade coletiva”, ampliam a e dão visibilidade do tema, inclusive  na imprensa.

  
4.Guia estratégico e tomada de decisão
 
Evidências estruturadas permitem priorizar recursos e desenhar políticas mais inteligentes.
Elas ajudam a alinhar as ações aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), evitando decisões fragmentadas.
As pesquisas disponibilizadas pela Academia Vértea, são consistentes com os problemas e as condições reais de tomada de decisão enfrentadas diariamente por líderes.
Ao realizar uma pesquisa, a Vértea analisa e comunica, por meio de investigação estruturada, a realidade das práticas nos serviços de saúde apoiando líderes a refletirem de forma sistêmica sobre seus fatores causais.

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